-A SÉRIE-

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CONHEÇA AQUI A SÉRIE QUE ABORDA A JORNADA DO LABORATÓRIO DE PRAZERES

CONHEÇA AQUI A SÉRIE QUE ABORDA A JORNADA DO LABORATÓRIO DE PRAZERES

Uma jornada transformadora pelo Vale do Matutu 

Estarmos no mundo é uma dádiva. E todos nós viemos com algo a ser compartilhado. Este dom que nos é dado deveria ser nosso trabalho, uma forma de fazer algo que beneficie o todo. Lá no fundo sabemos quando nosso espírito não está se sentindo pleno, quando não estamos conectados com o dom que nos foi dado.

Foi isso que senti forte em maio de 2018. Tudo parecia bagunçado na minha vida e eu, no meio dela, sem saber pra que lado ir. Quem nunca? No meio desse furacão recebi um recado. Era, provavelmente minha alma, me dizendo:

"Você precisa ir até Diego Zanotti e fazer um vídeo sobre esse tal de Laboratório de Prazeres"

Oi? Nem sei exatamente como é esse trabalho, não sei se estou pronta... E fazer que tipo de vídeo? De que jeito? Onde? Enfim... como vou procurar um profissional para fazer um vídeo de divulgação do meu trabalho, sem ter claro o que de fato É esse novo que quer nascer de mim? Mas a voz da alma falou mais alto. Conversei com esse meu amigo maravilhoso explicando minhas condições e dizendo que recebi indicações do além, rs, e que estava apenas confiando e cumprindo "ordens superiores".

Expliquei que ainda não sabia a forma de  compartilhar minhas experiências e conhecimentos. Eu só tinha o nome... e muuuitas ideias. Diego topou o desafio. Topou apenas confiando também, e sem saber realmente como tudo isso se daria. Foi então que ele me levou para uma jornada no Vale do Matutu, em um lugar simples, acolhedor, elegante, feito com muito carinho...

O fogão à lenha, a cerveja artesanal, a Tia Iraci e sua familia, a comidinha boa, as conversas inspiradoras deram o tom da nossa estada por lá. Fomos resgatando a pureza da infância, dos reais valores da vida em cada caminhada, banho, confissão, risos, lamentos... Encontramos caboclos, bruxos, Beto Mancini e seu Maha Lila, brincadeiras e curas...

E desse jeitinho, minha essência original, que havia sido perdida ao longo desta vida de gente grande, começou a retornar ao meu ser. Fui me resgatando. Todos os dias foram mágicos. Os espíritos da natureza mostrando as direções. Gravamos bastante, mas deixamos para registrar as falas, no último dia, que era dia das mães. Quando fomos gravar a explicação sobre o que seria este trabalho, muitas coisas ja haviam mudado dentro de mim.

Saímos para caminhar, como em todos os dias, sem sabermos de fato para onde iríamos e chegamos em uma “florestinha de araucárias". Diego me pediu para ir caminhando até lá. Fui. Quando cheguei comecei a saudar aquela força e de repente senti um portal de informações se abrir naquele local. Naquele momento, um cavalo veio correndo em minha direção, parou meio distante de mim e começou a me fazer um sinal com a cabeça, como que sinalizando para eu sair dali. Já a era o suficiente o que eu tinha acessado.

Diego também percebeu que havia algo de diferente no ar e disse: "Não podemos continuar, devemos ir embora para outro lugar" e naquele momento aquele mensageiro guardião, voltou a  pastar tranquilamente.

Todo o processo que vivi nesses dias, as pessoas, lugares e seres que conheci,  aquele amigo, aquela floresta... Tudo isso foi me mostrando o que era este trabalho. Mas ao mesmo tempo nada estava elaborado racionalmente ainda. E enquanto eu falava para aquela câmera, minha mente lógica não entendia quase nada do que estava sendo dito.

Quando foi de noite, ele me disse que iria começar a brincar um pouco com aquele material, ver que magia iria acontecer e...UAU!  Quando ele me mostrou o primeiro pedaço que ele havia montado, eu fiquei PASSADA....  Sinto que a forma como ele compôs as coisas, acabou me revelando a mim mesma. E mais: segue me revelando a cada vez que assisto.

Geramos este trabalho por 8 meses, e neste período, fui amadurecendo tudo isso em mim, curando, refinando, sentindo, aprendendo, amando... E continuo.

Episódio 1

Nossa compulsão pelo prazer nos esvaziou. Então a gente come muito, bebe muito, trepa muito, fuma muito… E não conseguimos nunca sentir que estamos saciados. Ao contrário, nos sentimos anestesiados. Não há nutrição. Não estamos acostumados a ter abundância de afeto. E como não há essa abundância, que pode ser também do vínculo e do cuidado, vamos nos apegando em relações por poder, por um sentimento de posse. É preciso resgatar a simplicidade do prazer. Deixar-se estar frágil, vulnerável, mas entender que isso é uma condição de todos. É aí que a mágica acontece.

Episódio 2

Quando trazemos o amor para nós mesmos e deixamos o amor fluir de nós mesmos, estamos manifestando a essência do amor. Quando rompemos essa difícil barreira de trocar verdadeiramente com outras pessoas, essa manifestação acontece novamente.  Mas a sociedade está sofrendo por carência. Uma carência que não é de amor, mas de amar. Não conseguem receber o amor que temos para dar. E isso gera sofrimento.

 

Episódio 3

O mundo adulto vem e nos retira da simplicidade. Nos faz esquecer coisas bobas como é gostoso pisar descalço na grama. O mundo adulto nos faz colocar nossos traumas e dores para baixo do tapete porque é preciso pagar o boleto dia 10. E as terapias ajudam muito a cutucar tirar a sujeira escondida da sala. Mas os processos terapêuticos, que são muito sérios, também podem nos desconectar da pureza, da essência. É preciso reencontrar esse estado infantil de se relacionar com o prazer. E este estado que está na experiência com pureza.

Episódio 4

O Laboratório de prazeres vem de uma necessidade de criar uma teia de pessoas presentes querendo desfrutar a vida no planeta, sem a necessidade de jogar fora sua caixinha. Para não ficarmos vazios na normalidade da vida, mas não se perder nos devaneios do espírito. O Laboratório de Prazeres vem para fazer o amor passar por você e ter para onde ir. De partes se faz o inteiro e toda vez que a gente quer ter o inteiro em uma pessoa só a gente se frustra. Mas se você entrega partes do seu amor por aí, você se faz um ser completo.

Episódio 5

Está nascendo uma nova rede. Uma teia de pessoas que estão dispostas a se relacionar com mais presença, com mais verdade. Está nascendo uma rede que está baseada na experiência, não no racional. Uma rede que acredita que essa Matrix em que vivemos nada mais é do que uma brincadeira para que possamos evoluir. Uma rede que está além da terapia.